quinta-feira, setembro 28, 2006

CONSOLO NO C* DOS OUTROS É REFRESCO
Como relatei anteriormente, minha primeira experiência na carreira de garoto de programa não foi nada boa, ou melhor, nem foi.
Depois do fatídico episódio, jurei para mim mesmo que não iria mais fazer aquilo. Então fui procurar outro tipo de trabalho, mas o melhor que encontrei foi como atendente de tele-marketing em uma operadora de telefonia móvel, apesar do salário muito baixo.
Mesmo com o emprego novo, eu não parava de pensar no episódio passado, e na razão de eu ter feito papel tão ridículo com aquela mulher. Tudo bem que ela era muito feia, era minha primeira vez, o que me deixou muito nervoso, e talvez em outra tentativa a história seria diferente, não que isso justifique, então liguei para meu amigo e resolvi encarar mais uma vez o desafio.
Me preparei direitinho, tomei um bom banho, coloquei minha melhor roupa e peguei o moto-taxi para o motel, até psicologicamente eu estava melhor, foda-se se a mulher é feia, eu tenho a obrigação de fazê-la gozar e pronto, se o pinto falhar, eu tenho a língua e duas mãos.
Antes de entrar no quarto, fiz uma prece para são Jorge que é o protetor contra os dragões, assim que abri a porta, vi que minha prece havia sido atendida. Que mulher! Uma morena aparentando 35 anos, com mais ou menos 1, 78m de altura, magrinha, seios fartos, bunda durinha, uma coisa perfeita, e tudo isso dentro de uma roupa pra lá de sensual. Já quis ir logo para o ataque, mas me controlei para que o que aconteceu no passado não se repetisse.
Enquanto recebia o pagamento (antecipado, você acha que sou bobo?), perguntei como uma mulher tão bonita como ela, que poderia ter qualquer homem, apelava para os préstimos de um profissional, ela me disse que casou muito cedo com um cara que tem certa influencia na cidade, teve quatro filhos, e sempre que quis realizar suas fantasias o marido não aceitava, sempre preferindo o tradicional. Enquanto ao uso de profissionais, era pela discrição e a vantagem de poder fazer tudo que sempre quis na cama, mas o marido não aceitava.
Já cansado de conversar, comecei a beijá-la, no que fui logo correspondido, sua pele quente e macia em contato com a minha me deixou com muito tesão, ela exalava um cheiro de sexo e parecia uma gata no cio enquanto eu a acariciava e ia descobrindo seus atributos mais secretos. Vi que ela já estava no ponto de ser penetrada, coloquei-a de quatro e quando ia começar a festa, ela tirou um consolo preto de debaixo do travesseiro, o negócio parecia cassetete da tropa de choque de tão grande que era e falou que queria enfiar em mim e veio com uma agilidade impressionante, que se eu não tivesse virado rápido, estaria sentindo dor até agora. Ela disse que não ia doer nada porque usaria o brinquedo com carinho e eu até ia gostar, é lógico que respondi que eu é
que tinha que estar falando aquilo e que no meu cú aquilo nunca entraria.
“Mas eu adoro enfiar isso no homem que está transando comigo, é só assim que eu sinto prazer, e depois quando estiver sendo fodida, sentir entrando todo em meu rabo” disse ela. Moça eu faço tudo o que você quiser, tudo, menos colocar um objeto estranho dentro de mim, ainda mais um objeto que entrando por trás poderia me matar engasgado.
“Mas eu paguei, então tenho o direito de fazer tudo o que quiser, sem dizer que vou te fazer enlouquecer na cama.” Ela falou isso com tanto tesão, com tanta convicção que se eu não tivesse dó do meu anus, tinha cedido. Usou todo quanto foi tipo de artinhas para me convencer a receber aquela estocada, mas fui bravo e me livrei de todas.
Até que ela ficou brava comigo, começou a me xingar, cuspir no meu rosto e me bater com o cassetete, eu me defendi como pude, levantei da cama, saí rápido do quarto colocando a roupa pelo caminho e só liguei pro moto-taxi duas esquinas depois do motel.
Até que fiquei satisfeito com aquele programa, pois não gozei na hora errada, continuo com as pregas do rabo intactas e consegui uma grana muito boa. Só tenho pena do marido daquela louca no dia que ele resolver realizar as fantasias da esposa e não ter para onde correr.